CEO da Docusign alerta sobre os perigos de confiar na IA para ler e redigir contratos

Imagem gerada por Gemini AI
Allan Thygesen, CEO da DocuSign, destacou que não oferecer serviços de inteligência artificial deixou de ser uma opção viável para a empresa. Essa declaração reflete uma tendência crescente entre as empresas de tecnologia em integrar IA em suas ofertas, sugerindo que a DocuSign deve aprimorar suas soluções de gerenciamento de documentos com recursos de IA para manter sua competitividade.
CEO da DocuSign Alerta Contra a Dependência Excessiva de IA para Gestão de Contratos
Allan Thygesen, CEO da DocuSign, levantou preocupações sobre os riscos de usar inteligência artificial (IA) para ler e redigir contratos. Ele enfatiza que, embora a IA possa aumentar a eficiência, não deve substituir a supervisão humana.
Thygesen destacou várias áreas críticas onde a IA pode falhar:
- Compreensão Contextual: A IA frequentemente enfrenta dificuldades com as nuances da linguagem legal, levando a interpretações incorretas.
- Complexidade dos Contratos: Muitos contratos possuem cláusulas intricadas que requerem julgamento humano.
- Preocupações com Responsabilidade: Confiar na IA para documentos legais críticos levanta questões de responsabilidade em caso de erros.
A DocuSign busca equilibrar o uso da IA com a expertise humana, integrando ferramentas de IA que assistem os usuários enquanto mantém a revisão humana na gestão de contratos. Os avisos de Thygesen sublinham a importância da participação humana em questões legais.
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📰 Fonte original: https://www.theverge.com/podcast/871205/docusign-ceo-allan-thygesen-ai-contracts-e-signature-interview
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